Parece caso de amor de música sertaneja, mas é só uma tentativa de definir o status do relacionamento do Aerosmith nos últimos meses: depois de falarem de possível separação, agora Steven Tyler diz ao G1 que a banda de rock pode brigar, mas "não acha que ninguém pode separá-los". "Rompemos cinco vezes antes e sempre voltamos depois", diz.
Os shows desta sexta-feira em Olinda (PE) (veja serviço abaixo) e do Rock in Rio 2017, então, não serão necessariamente despedidas, pelo que ele diz. O vocalista afirma que a banda não tem plano além da turnê de 2017, mas que "não importa o que Joe Perry [guitarrista] decida fazer no futuro, ele sempre vai voltar para tocar comigo". Na conversa por telefone, o tagarela Tyler discorre sobre os cartazes dos fãs sul-americanos, canta músicas do Foreigner e de "A dama e o vagabundo" e entrevista o repórter sobre quantos anos ele parece ter no palco. Depois de ouvir um generoso "18 anos", o cantor de 68 acha muito: diz que tem "coração de 12". Veja os melhores trechos da conversa abaixo: G1 - Nesse ponto da carreira, você não deve ter muitas 'primeiras vezes'. Mas sexta-feira será sua estreia em Olinda. Ainda fica nervoso com coisas assim? Steven Tyler - Eu me sinto colocando meu melhor vestido de festa para um “date” [encontro] com a cidade inteira. É como aquela música [canta ao telefone um pedaço de “Feels like the first time” do Foreigner]. Pode parecer egocêntrico, mas é que ir a um lugar pela primeira vez nos dá vontade de tocar ainda mais. Porque lembra de onde o Aerosmith veio: abrindo shows para o Kinks e outras bandas, esperando não ser chutado para fora do palco. G1 - Esta é sua sexta vez no Brasil. Existe alguma coisa daqui que tenha te marcado? O que gosta de fazer aqui? Steven Tyler – Gostamos de dar voltas nas cidades e saber onde vamos tocar. Dá para ver que as pessoas daqui levam a música muito a sério, como o futebol. Tanto que os dois rolam nos estádios e deixam os fãs loucos. As pessoas aqui ainda são diferentes, ainda não foram totalmente levadas pela internet e os celulares.
Os shows desta sexta-feira em Olinda (PE) (veja serviço abaixo) e do Rock in Rio 2017, então, não serão necessariamente despedidas, pelo que ele diz. O vocalista afirma que a banda não tem plano além da turnê de 2017, mas que "não importa o que Joe Perry [guitarrista] decida fazer no futuro, ele sempre vai voltar para tocar comigo". Na conversa por telefone, o tagarela Tyler discorre sobre os cartazes dos fãs sul-americanos, canta músicas do Foreigner e de "A dama e o vagabundo" e entrevista o repórter sobre quantos anos ele parece ter no palco. Depois de ouvir um generoso "18 anos", o cantor de 68 acha muito: diz que tem "coração de 12". Veja os melhores trechos da conversa abaixo: G1 - Nesse ponto da carreira, você não deve ter muitas 'primeiras vezes'. Mas sexta-feira será sua estreia em Olinda. Ainda fica nervoso com coisas assim? Steven Tyler - Eu me sinto colocando meu melhor vestido de festa para um “date” [encontro] com a cidade inteira. É como aquela música [canta ao telefone um pedaço de “Feels like the first time” do Foreigner]. Pode parecer egocêntrico, mas é que ir a um lugar pela primeira vez nos dá vontade de tocar ainda mais. Porque lembra de onde o Aerosmith veio: abrindo shows para o Kinks e outras bandas, esperando não ser chutado para fora do palco. G1 - Esta é sua sexta vez no Brasil. Existe alguma coisa daqui que tenha te marcado? O que gosta de fazer aqui? Steven Tyler – Gostamos de dar voltas nas cidades e saber onde vamos tocar. Dá para ver que as pessoas daqui levam a música muito a sério, como o futebol. Tanto que os dois rolam nos estádios e deixam os fãs loucos. As pessoas aqui ainda são diferentes, ainda não foram totalmente levadas pela internet e os celulares.



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